BRASIL

A ‘PRESENÇA’ DE CARLOS LUPI E DO PDT NA REGISTRO ESPÚRIO

O advogado João Alberto Graça, um dos presos temporários da Operação Registro Espúrio, é braço-direito de Carlos Lupi, presidente do PDT.

Filiado ao partido no Paraná, Graça assessorou Lupi quando este foi ministro do Trabalho durante a era petista. Também é homem de confiança do ex-ministro Manoel Dias. O PDT mandou e desmandou no Ministério do Trabalho durante os governos Lula e Dilma Rousseff. Ainda em 2011, o Estadão denunciou que a pasta havia se transformado em um ‘mercado de lobby’ da legenda — já com participação de Graça.

Não é de agora, portanto, que o advogado tem seu nome envolvido em histórias desabonadoras. A Lava Jato revelou que, de acordo com os registros da portaria, ele era presença constante no escritório do doleiro Alberto Yousseff. No início da operação, aliás, o pedetista pediu demissão, sem muitas explicações, do cargo que ocupava na Esplanada.

Em 2016, a IstoÉ noticiou que Graça era acusado de participar de uma negociata num contrato entre a AGX Log (do qual era sócio) e a montadora Renault. Segundo a reportagem, o esquema fora intermediado pelo advogado, que, em 2010, chegou a ser cotado para a vaga de suplente de Gleisi Hoffmann.

Graça se aproximou dos bastidores políticos principalmente quando, indicado por Lupi, chefiou a Superintendência Regional do Trabalho no Paraná, entre 2007 e 2009.

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