GERAL

CAMPEÃ DO CARNAVAL DO RJ SERÁ CONHECIDA NESTA QUARTA-FEIRA

apuração das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro acontece na tarde desta quarta-feira de cinzas (14). O critério de desempate das escolas só será conhecido nesta quarta.

Ao todo, são 13 as agremiações que disputaram na Avenida da Marquês de Sapucaí o título de campeã do carnaval 2018.

FOTO: RIOTUR

Relembre os temas de cada escola de samba:

Império Serrano – homenageou a China e lembrou o sambista Arlindo Cruz

São Clemente – inspirada nas obras de grandes mestres da arte brasileira que tem ligação com a escola. O enredo  lembrou o incêndio que destruiu parte da estrutura da Escola de Belas Artes em fevereiro de 2016.

Vila Isabel – com visual futurista, o enredo “Corra que o futuro vem aí” falou sobre o passado, desde a descoberta do fogo aos biocombustíveis até uma reflexão final sobre os caminhos da ciência.

Paraíso do Tuiuti – a escola apresentou uma crítica à atual situação política do país e à reforma trabalhista. Com o enredo “Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?”, a Paraíso do Tuiuti desfilou com um “presidente vampiro” e “fantoches de pato amarelo”.

Grande Rio – uma homenagem ao Chacrinha em tom irreverente. O último carro quebrou na concentração, a 500 metros da entrada da Marques de Sapucaí, e atrasou o desfile.

Mangueira – “Com dinheiro ou sem dinheiro eu brinco” era o enredo da escola que fez questão de contar  a história do carnaval no Rio, com foco na base popular e na festa de rua sem objetivo comercial.

Mocidade Independente de Padre Miguel – falando das semelhanças entre as culturas brasileira e indiana, a escola apresentou o enredo “Namastê… A estrela que habita em mim saúda a que existe em você”.

Unidos da Tijuca – a escola homenageou o ator, diretor e escritor Miguel Falabella, apresentando o enredo “Um coração urbano: Miguel, o arcanjo das artes, saúda o povo e pede passagem”.

Portela – uma das campeãs de 2017, junto com a Mocidade, a Portela apresentou um enredo sobre os refugiados.

União da Ilha do Governador – o enredo “Brasil bom de boca” trouxe para a avenida os sabores brasileiros, cores, ingredientes e até aroma da culinária brasileira.  

Acadêmicos do Salgueiro –  inspirada em um enredo que homenageou Xica da Silva, há 55 anos, a escola fez um tributo às mulheres negras, cantando as “Senhoras do ventre do mundo”.

Imperatriz Leopoldinense – uma mistura entre realeza e ciência, a escola apresentou um desfile sobre os 200 anos do Museu Nacional, que fica na Quinta da Boa Vista e também foi palácio da família real. 

Beija-Flor de Nilópolis – um paralelo entre o romance “Frankenstein” e mazelas sociais brasileiras fez com que a escola trouxesse para a avenida a corrupção, desigualdade, violência e intolerâncias de gênero, racial, religiosa e até esportiva.

Fonte: Notícias ao Minuto

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