BRASIL

KASSAB DIZ QUE MEIRELLES É PLANO A DO PSD

ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações do governo Temer e presidente licenciado do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o plano A do partido é lançar Henrique Meirelles, atual ministro da Fazenda, como candidato à Presidência no próximo ano. “O partido não tem como candidatura própria plano B ou plano C, só plano A, que é o Meirelles”, destacou.

Em entrevista divulgada nesta quinta-feira, na Folha de S. Paulo, Kassab listou o que considera positivo em Meirelles. “Ele tem tido desempenho que poucas vezes um gestor teve à frente da Fazenda. Encontrou situação adversa e conseguiu reverter tendências, apresentar resultados extraordinários”, disse. E completou afirmando que o PSD tem orgulho de ter Meirelles como filiado. “Grandes lideranças do partido têm se organizado para recebê-lo. Nenhum partido deu um tempo de televisão como demos a ele”.

O ministro também defendeu que apoiadores das reformas do governo se unam em torno de uma única candidatura. “Acho que aqueles que acreditam que as reformas tenham sido positivas para o Brasil, sejam os partidos, sejam os presidenciáveis, precisam estar juntos, para não correr o risco de haver divisão no primeiro turno e nenhum chegar no segundo”.

No entanto, ponderou. “É difícil fazer uma afirmação dessa, porque cada partido tem autonomia, independência. Mas que precisa haver esforço para que essas forças que defendem as reformas, que esses presidenciáveis e partidos estejam juntos, é fundamental. E todos vão precisar ter bom senso para entender qual o melhor caminho. Tenho me esforçado muito para que esse caminho seja o Meirelles. Mas pode ser o Meirelles, o presidente Temer, por que não? E pode ser o Alckmin. Na medida em que tenha clareza do plano de governo, é mais saudável e prudente que tenhamos um só candidato”.

FOTO: EXAME

Ao ser questionado sobre a posição de Meirelles, de que o PSDB não apoia o legado do governo, Kassab discordou. “Acho que o Alckmin, pelo que tenho visto, tem defendido”.

Ao avaliar o cenário das eleições com ou sem Lula, o ministro destacou o peso do PT e do ex-presidente. “O PT é forte. Com ou sem Lula, vai ter um protagonismo com chance muito grande de segundo turno. O eleitor que vota no Lula dificilmente deixará de votar num candidato apoiado por ele. Não estou entre os que acham que, sem Lula, algo muda”.

Já em relação ao pleito em São Paulo, não descartou apoiar o PSDB. “Pode apoiar. Sempre cito duas candidaturas: a de José Serra e a do [João] Doria. O Serra com certeza apoiaríamos e o Doria não tem porque não apoiar. Em princípio, porque depende muito de circunstâncias”.

Ele ainda afirmou que aceitaria compor a chapa como vice. “Aceitaria. O partido não se sentiria diminuído. Mas não é hora de discutir isso. Candidatura a vice não se discute. O momento é de definir o rumo do partido”.

Fonte: Notícias ao Minuto

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