LAVA JATO

MPF REVELA QUE BARATA CONTINUOU PAGANDO PROPINA

O procurador Carlos Alberto Gomes de Aguiar contou que o MPF pediu a prisão preventiva de Jacob Barata Filho (foto) porque o empresário continuou pagando propina, mesmo após a Lava Jato.

“Mesmo depois de todas as operações, esses empresários seguiram pagando propina. Só fizeram mudar o formato. Outrora era através do pagamento em espécie, agora por meio dissimulado.”

Ele explica que atividades econômicas, como a criação de gado, foram usadas para a lavagem de dinheiro. “Era fundamental exercer atividades econômicas para viabilizar a dissimulação.”

E complementa: “Não é por acaso que Jorge Picciani e Paulo Mello utilizam atividades com gado que é altamente suscetível à lavagem de dinheiro.”

 “O poder público está reagindo ao crime organizado”.

O procurador Carlos Alberto Gomes de Aguiar afirmou, em coletiva:

“Enquanto o Rio definha, esses agentes públicos se empapuçam do dinheiro da corrupção.”

As ruas do Rio de Janeiro deveriam estar tomadas de manifestantes.

Foi o que afirmou Carlos Alberto Gomes de Aguiar, procurador regional.

O representante do MPF disse, ainda, que a ORCRIM alcançada hoje tem “o casco duro”, mas acrescentou que as instituições estão fortes e vão conseguir conter “essa escalada criminosa”.

Aguiar fez questão de ressaltar que a força-tarefa solicitou a prisão preventiva dos parlamentares envolvidos. A Justiça negou os pedidos.

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