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A LISTA DE PROPINA DE FUNARO

Em sua delação premiada, Lúcio Funaro diz ter documentos que comprovariam o pagamento de propina, a pedido de Eduardo Cunha, aos seguintes políticos:

Michel Temer (1,5 milhão), Eduardo Cunha (5,6 milhões), Henrique Eduardo Alves (4,95 milhões), Sandro Mabel (2 milhões), Gabriel Chalita, Antônio Andrade (9,8 milhões), Manoel Júnior (150 mil), Cândido Vaccarezza (700 mil), Soraya Santos (1 milhão), Alexandre Santos (1 milhão) e Marcelo Castro do Piau (1 milhão).

Lúcio Funaro disse também em sua delação premiada, que recebeu uma ligação de Geddel Vieira Lima, para que pegasse no escritório do advogado José Yunes a quantia de R$ 1 milhão.

O dinheiro era parte da doação de R$ 10 milhões negociada por Michel Temer e Eliseu Padilha com a Odebrecht, para a eleição de 2014.

Do total, R$ 4 milhões foram entregues a Yunes e, desse valor, R$ 1 milhão foi repassado a Geddel. Funaro foi instruído a recolher a quantia e enviá-la a Salvador. “O dinheiro é de Michel”, teria dito Geddel.

O operador contou à PGR que ligou para Yunes e combinou a retirada. Foi recebido pelo próprio advogado, ex-assessor especial de Temer.

Depois de breve conversa, a secretária e o motorista de Yunes lhe entregaram uma caixa contendo o dinheiro. O milhão foi entregue na sede do PMDB baiano, por meio de um esquema logístico do doleiro Tony.

A versão de Funaro contradiz a do ex-assessor especial de Temer, segundo o qual foi Funaro quem “deixou” o 1 milhão em seu escritório.

Lúcio Funaro ainda disse em sua delação, que Michel Temer tinha como operadores José Yunes, Wagner Rossi e Marcelo Azeredo, além do coronel João Baptista Lima Filho.

Yunes é o advogado e ex-assessor especial de Temer que foi apontado como intermediário de uma propina da Odebrecht para Temer.

Funaro acredita que Yunes seja “o maior operador” do presidente. Ele contou à PGR que ouvia de Cunha que o advogado usava sua incorporadora para lavar propina para Temer.

Assim como Yunes, o coronel teria usado sua empreiteira para escoar propina de contratos de Angra 3. Enquanto isso, Rossi e Azeredo operariam na Codesp (Porto de Santos).

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Sobre Silvan Magalhães (3810 artigos)
Francisco Silvan Magalhães Moreira, 52 anos, natural de Pedra Branca - Ceará, formado em Administração de Empresas e Pós-Graduado em Perícia e Auditoria Ambiental.

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