MUNDO

MADURO É A AÇÃO DAS BRAVATAS DE LULA

Luísa Ortega fugiu da ditadura de Nicolás Maduro.

Destituída do cargo de procuradora-geral e acusada por Tarek William Saab, aliado do ditador, de ser a “autora intelectual” das mortes das últimas semanas, ela foi da península venezuelana de Paranaguá para a ilha de Aruba, onde pegou um voo privado para Bogotá, na Colômbia.

Além de dois membros de sua equipe, Ortega aterrissou acompanhada de seu marido, o deputado Germán Ferrer, cuja imunidade parlamentar foi retirada pela Assembleia Constituinte chavista, que pediu que ele fosse processado por, supostamente, participar de uma rede de extorsão que exigia dinheiro de delinquentes para evitar o prosseguimento das acusações.

Tudo porque Ortega abriu inquérito para investigar as propinas da Odebrecht na ditadura erguida com apoio de Lula.

O motivo básico da “perseguição sistemática” a Luisa Ortega e seu pessoal de confiança pela ditadura de Nicolás Maduro são os subornos pagos pela Odebrecht a funcionários do governo venezuelano.

Foi o que a própria Ortega disse em áudio gravado de local desconhecido e divulgado pelo Ministério Público mexicano quando a procuradora-geral destituída pela Assembleia Constituinte chavista estava na ilha de Aruba, no meio de sua fuga para Bogotá.

E isso os deixa muito preocupados e angustiados porque sabem que temos a informação e o detalhe de todas as operações e os montantes”, diz ela na gravação revelada durante a Cúpula dos Procuradores da América Latina.

Temos o detalhe de toda a cooperação, os montantes e personagens que enriqueceram, e essa investigação envolve o Sr. Nicolás Maduro e seu entorno”, denunciou Ortega.

De acordo com o áudio de Luisa Ortega, 64 procuradores venezuelanos especializados no combate à corrupção estão proibidos de deixar o país devido ao caso Odebrecht.

Consequentemente, a procuradora-geral destituída pela ditadura de Nicolás Maduro e agora refugiada na Colômbia advertiu os colegas de que “qualquer informação enviada ao Ministério Público (da Venezuela) servirá ao contrário… para atacar a fonte”.

Como resume o jornal El País, “as investigações realizadas no Brasil e que tiveram consequências em países como o Peru – onde foram presos os ex-presidentes Ollanta Humala e Alejandro Toledo – ou o México – onde o ex-diretor da Pemex, Emilio Lozoya, teve de comparecer perante a Procuradoria – encontraram um muro de silêncio e obstrução do chavismo que, longe de colaborar, persegue os promotores que investigam a participação em subornos”.

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