LAVA JATO

TEORIAS E MEDOS DE LULA

Em ato político na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Lula também disse:

“Tenho consciência que o Moro não é mais honesto do que eu, nenhum procurador. Não sou eu que tenho que provar minha inocência, eles é que têm que provar minha culpa. Eles não podem repetir a teoria do domínio do fato. Agora eles dizem que não precisam provar”.

Ao descrever no julgamento do mensalão o papel de José Dirceu, o então PGR Roberto Gurgel destacou que, de acordo com essa teoria, “autor é aquele que tem o controle final do fato”, ou seja: “não é só quem realiza a conduta típica, mas, sobretudo, quem chefia a ação criminosa, quem planeja a atividade criminosa dos demais integrantes do grupo”.

Embora tenha deixado rastros, Lula usava operadores para evitar a prova direta contra si, de modo que seu maior medo é que a teoria do domínio do fato jogue toda a sua precaução no lixo.

Por isso, precisa demonizá-la.

Em seu festival de bravatas na UFRJ, Lula ainda repetiu essa:

“O pessoal que compõe a força-tarefa (da Lava-Jato) é um partido político. Essa subordinação da Justiça à opinião pública é um crime muito grave contra o processo democrático. O juiz que largue a toga e vá se candidatar”.

Lula criminalizou a política e agora politiza a revelação do crime.

Crime muito grave contra o processo democrático é cobrar propina para favorecer empreiteiras em contratos públicos.

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