POLÍTICA

DORIA PRESIDENTE EM 2018 E PARLAMENTARISMO EM 2022

Michel Temer “está disposto a se empenhar por uma aliança que reúna PMDB, PSDB e DEM em torno de João Doria”, diz o Valor.

“A chegada de Doria ao Palácio do Planalto seria a maneira mais segura de o atual presidente evitar uma caça às bruxas.”

Além disso, Doria “passou a ser o atalho para aquele que se tornou o plano A do grupo de Temer: a eleição do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf, ao governo estadual”.

Ao apoiar João Doria, Michel Temer apropria-se indebitamente do sentimento anti-PT.

Temer só deixou de ser aliado do PT porque viu no impeachment uma oportunidade, não por zelo pela legalidade.

Ao apoiar João Doria, Michel Temer apropria-se indebitamente da ânsia dos eleitores pelo novo (ou aparentemente novo).

O sistema se mantém fingindo que muda para nada mudar.

Enquanto isso, Tasso Jereissati disse ao Estadão que o PSDB pode apoiar o distritão para 2018, desde que o parlamentarismo seja aprovado para 2022.

É estragar aqui para estragar lá na frente.

A ideia de que o parlamentarismo no Brasil causará menos instabilidade institucional ao país só pode ser definida como ideia de jerico…

Será justamente o contrário.

O refém do Centrão nosso de cada legislatura será um primeiro-ministro muito mais fraco do que um presidente.

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