POLÍTICA

CONSELHO DE ÉTICA “PERDOA A BANCADA DAS TREVAS”

Conselho de Ética julgou hoje a “bancada das trevas”.

O colegiado analisou o dia em que senadoras ocuparam a mesa do plenário para impedir a votação final da reforma trabalhista. Constaram como alvos da denúncia, “por atos supostamente incompatíveis com a ética e o decoro parlamentar”, Fátima Bezerra, Gleisi Hoffmann, Vanessa Grazziotin, Regina Souza, Lídice da Mata e Ângela Portela.

Lindbergh Faria disse que a reunião era “ridícula”.

Aos berros, Lindbergh chamou o presidente do Conselho de Ética do Senado, João Alberto Souza, de “palhaço”.

Por sua vez, o presidente do colegiado ordenou que os seguranças da Casa retirassem os baderneiros petistas convocados pelo baderneiro senador petista.

Lindbergh colocou o dedo na cara do presidente do Conselho de Ética, João Alberto Souza, e voltou a chamá-lo de “palhaço”.

Indignado com a atitude de Lindbergh, Gladson Cameli precisou ser contido.

Lindbergh deve achar que manda no Senado.

De novo, Lindbergh partiu para cima de João Alberto Souza.

Sérgio Petecão desafiou o senador petista a “bater” no presidente do Conselho de Ética.

“Bata nele, seu vagabundo! Bata nele!”

Senadores sugeriram que se providenciasse um Rivotril para Lindbergh.

“Você já vai sair no Jornal Nacional, Lindbergh. Agora se acalme”, disse Flexa Ribeiro.

João Alberto Souza, presidente do Conselho de Ética do Senado, suspendeu a sessão e voltou a ordenar que os seguranças da Casa retirassem todas as pessoas no plenário que não fossem parlamentares ou assessores.

“Essa é a democracia do PT”.

Foi o que disse José Medeiros, enquanto Lindbergh enfiava o dedo na cara de João Alberto Souza.

“Agora o mundo entende por que eles apoiam Nicolás Maduro.”

Porém, em nome da “estabilidade” do Senado e para “apaziguar os ânimos”, os representantes do Conselho de Ética proporam deixar para lá a atitude da bancada das trevas.

A política brasileira é a política do vale-tudo. Tudo mesmo.

Ao final, o Conselho de Ética do Senado arquivou o pedido de punição para a turminha que fez o que quis no dia da votação final da reforma trabalhista no plenário do Senado.

Os senadores do Conselho de Ética perdoaram a bancada das trevas, apesar de a bancada das trevas não ter pedido perdão em momento nenhum.

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Categorias:POLÍTICA

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