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‘JILÓ MECÂNICO’ COMPLICA A VIDA DE DEPUTADO PETISTA

Tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) inquérito contra o deputado Luiz Sérgio, PT-RJ (Foto), suspeito de nomear irregularmente uma funcionária em seu gabinete. Camila Loures Paschoal foi secretária parlamentar do petista entre 2013 e 2015, mas, segundo as suspeitas levantadas pela Procuradoria da República em Volta Redonda, Rio de Janeiro, ela não prestou efetivamente os serviços. Era “funcionária fantasma”. Além disso, afirma o Ministério Público, o cargo na Câmara dos Deputados era incompatível com o estágio remunerado que a jovem cumpria na prefeitura de Mendes, cidade onde o petista mantém influência política.

De acordo com o inquérito, Camila é filha de Luiz Henrique Paschoal, conhecido como Jiló Mecânico, candidato do PR a prefeito de Mendes nas eleições de 2016, e de Rosane Loures Paschoal, presidente do PT na cidade. Responsável pela investigação em Volta Redonda, o procurador da República Rodrigo Timoteo da Costa e Silva sugeriu a indisponibilidade dos bens dos envolvidos para ressarcimento de danos causados aos cofres públicos, além da condenação de Luiz Sérgio e Camila por improbidade administrativa. O caso foi enviado ao Supremo em outubro de 2015 por também envolver suspeita de peculato.

Em Brasília, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu explicações a Luiz Sérgio. O deputado do PT negou que tenham ocorrido irregularidades na contratação de Camila. De acordo com o petista, não se pode falar em incompatibilidade na acumulação das duas funções exercidas por ela – de estagiária na prefeitura de Mendes e de secretária parlamentar: “A imprevisibilidade e o dinamismo exigidos para o cargo de secretário parlamentar, quando em função política nos estados, não se relacionam com seu cumprimento em gabinete, detrás de uma mesa, da atividade que lhe incumbe”, afirmou o petista.

Mesmo que comprovadas as irregularidades na frequência da servidora, algo que Luiz Sérgio nega, o parlamentar afirma que não se pode querer lhe imputar autoria de improbidade administrativa, peculato ou qualquer outro crime por não ser ele “o responsável por atestar a frequência mensal dos funcionários de seu gabinete”.

Sobre Silvan Magalhães (2947 artigos)
Francisco Silvan Magalhães Moreira, 52 anos, natural de Pedra Branca - Ceará, formado em Administração de Empresas e Pós-Graduado em Perícia e Auditoria Ambiental.

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