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JANOT DEFENDE A DELAÇÃO PREMIADA

Em entrevista ao Estadão, Rodrigo Janot defendeu o instituto da colaboração premiada, que, “desde o caso Banestado”, “tem-se mostrado cada vez mais eficiente no combate ao crime organizado” no Brasil:

“Apesar do vasto conhecimento do Ministério Público em grandes investigações, sabemos da dificuldade em desvelar crimes praticados por organizações criminosas, já que a regra, nesses casos, costuma ser a Omertà, ou seja, o silêncio como garantia de vida. Com as colaborações premiadas, os réus confessam os crimes, apresentam detalhes do funcionamento dos esquemas e ajudam na indicação dos líderes.”

O PGR também defendeu o acordo com a turma de Joesley Batista:

“No caso da colaboração dos executivos do grupo JBS, por exemplo, fica evidente que sem a colaboração de um integrante da organização não seria possível identificar o complexo esquema de pagamento de propina envolvendo o presidente da República, um deputado federal, um senador e, até mesmo, um procurador da República.”

E quanto a Lula, o senhor JBS não tem mais nada a dizer, Janot?

De Rodrigo Janot, em entrevista ao Estadão:

“Fico consternado em ver que, após 3 anos e meio de investigações que já culminaram em mais de 157 condenações, ainda tenhamos que deparar com crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em curso, praticados pelos mais altos dignatários da República, enquanto o Brasil passa por uma grave crise econômica, com índice recorde de desemprego e inadimplência, por exemplo.”

De Rodrigo Janot ao Estadão, sobre supostos abusos do Ministério Público Federal:

“Como toda estrutura composta por pessoas, [o MPF] está suscetível a erros e é importante reconhecê-los. É natural que, em razão do trabalho de investigação e acusação, surjam críticas como estratégia de defesa do acusado. Mas não concordo que existam abusos por parte do Ministério Público. Temos como ponto basilar da atuação a observância à Constituição Federal e nos pautamos por ela. Nossa atuação é técnica, apolítica e responsável.

Sobre Silvan Magalhães (2115 artigos)
Francisco Silvan Magalhães Moreira, 52 anos, natural de Pedra Branca - Ceará, formado em Administração de Empresas e Pós-Graduado em Perícia e Auditoria Ambiental.

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