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COMEÇA O JULGAMENTO DOS “CASOS AÉCIO”

MENDHERSON LIMA (AO CENTRO) É ASSESSOR DE ZEZÉ PERRELA

Primeira Turma do STF começa a julgar casos ligados a Aécio.

Em pauta o pedido de soltura de Mendherson Lima, assessor do senador Zeze Perrella.

Preso há 31 dias, Mendherson é acusado de ter recebido dinheiro da JBS em nome de Aécio.

O advogado de Mendherson Lima, de 64 anos, diz que ele “colaborou de todas as formas” e, portanto, não há motivos para que continue preso.

“Ele quer se defender.”

A defesa pede prisão domiciliar para o seu cliente, “um cidadão correto”.

Cláudia Sampaio, representante do Ministério Público Federal, defende que Mendherson Lima “pegou dinheiro sabendo que estava cometendo um ato ilícito”.

“Não se tratou de um fato isolado. Houve vários saques.”

Ela fala “em contexto criminoso que vinha se prolongando há muito tempo”.

“O que aconteceu é que, nesse momento, ele foi flagrado.”

Para Cláudia, não há qualquer fundamento para a soltura do ex-assessor de Zeze Perrella.

Marco Aurélio Mello vota para soltar Mendherson Lima, usando os mesmos argumentos utilizados para votar pela liberdade de Andrea Neves, na semana passada: “Não existe prisão automática”.

“Há de se considerar sempre, sempre a vida pregressa do indivíduo.”

No entender do ministro, o ex-assessor de Zeze Perrella acusado de ter recebido propina da JBS em nome de Aécio Neves pode responder em liberdade. Ele registrou que a denúncia contra Mendherson ainda não foi recebida.

Alexandre de Moraes também vota pela soltura de Mendherson Lima.

Argumentou o ministro que o caso do ex-assessor de Zeze Perrella é muito parecido com o de Andrea Neves.

“Não entendo possível a manutenção genérica de uma prisão preventiva.”

Luís Roberto Barroso diz que os fatos associados a Mendherson Lima ocorreram três anos após a deflagração da Lava Jato e sinaliza voto para rejeitar o pedido de habeas corpus.

“O modus operandi da corrupção continuou rigorosamente o mesmo. São pessoas que aprenderam a confiar em um direito penal que não funciona.”

O ministro fala em “certeza da impunidade” dessa gente.

“Não há nenhuma dúvida da autoria e da materialidade. Está gravado, está filmado, todo mundo viu o recebimento do dinheiro. E depois foi gravado o procedimento de ocultação e de lavagem do dinheiro. Não há nenhuma dúvida.”

Rosa Weber vota para manter Mendherson Lima preso. No entender da ministra, se solto, o ex-assessor de Zeze Perrella poderia destruir provas e continuar praticando atos ilícitos.

Luiz Fux vai desempatar.

“Não cabe no STF discurso moral”.

Foi o que disse, há pouco, Marco Aurélio Mello, visivelmente incomodado com os votos de Luís Roberto Barroso e Rosa Weber para manter na prisão Mendherson Lima.

Agora Alexandre de Moraes, que já votou, volta a defender a soltura do advogado apontado como operador de Aécio Neves.

Luiz Fux, ao dar o voto de minerva no julgamento do habeas corpus de Mendherson Lima:

“O autor principal está solto.”

Sobre Silvan Magalhães (1147 artigos)
Francisco Silvan Magalhães Moreira, 52 anos, natural de Pedra Branca - Ceará, formado em Administração de Empresas e Pós-Graduado em Perícia e Auditoria Ambiental.

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