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TSE: SESSÃO ENCERRADA

Herman Benjamin retoma a leitura de seu voto.

O ministro detalhou os pagamentos no caixa 2 da campanha de Dilma feitos pelo estaleiro Keppel FELS ao marqueteiro João Santana.

“Não é pagamento feito pela Odebrecht”, ironizou o relator.

Benjamin disse ainda, que “será memorável se extirparmos os depoimentos de João Santana e Mônica Moura.

Depoimentos que foram tomados com autorização do próprio TSE, assim como os da Odebrecht”.

O relator explica que, no caso de João Santana e Mônica Moura, poderia ter usado “prova emprestada” do processo do casal condenado por Sérgio Moro. Mas preferiu tomar os depoimentos de ambos.

O caso do pagamento de propina pela Keppel Fels está na petição inicial e não poderá ser ignorado pelos demais ministros.

Pelo menos, não poderia.

Herman Benjamin cometeu um “pecado capital”: elogiou Sérgio Moro.

“Todos sabemos que, sem Sérgio Moro, essas investigações não existiriam.”

A esta altura do dia — o terceiro do julgamento –, os ministros já demonstram cansaço. As interrupções diminuíram.

Crescem as apostas de que o resultado será conhecido amanhã.

Herman Benjamin concluirá seu voto nesta noite.

Os demais ministros se comprometeram a votar — amanhã — em um tempo médio de 20 minutos.

Benjamin ressaltou que João Santana e Mônica Moura foram pagos pela campanha de Dilma em 2014 com dinheiro de propina de anos anteriores. “Era o chamado fundo rotativo da propina.

“Segundo ele, está claro o “abuso político e econômico por força do pagamento, via caixa 2, com claros impactos na campanha.”

Herman Benjamin conta ainda, que se espantou com a “indiferença” e a “frieza” do depoimento de Pedro Barusco.

“Os outros, ao contrário dele demonstravam arrependimento, vergonha”, compara o relator.

“É um milagre que nós estejamos hoje aqui apurando estes fatos. Não haverá outra oportunidade para apurar fatos desta natureza aqui. Sabe por quê? Porque no caso específico da Odebrecht, existia um sistema tal de proteção e sofisticação, que seria impossível apurarmos aqui se não fosse a Lava Jato.”

A sessão de hoje deveria se estender até as 21h, mas, vencidos pelo cansaço, os ministros interromperam o voto de Herman Benjamin, que será concluído amanhã, a partir das 9h.

Em seguida, os demais ministros votarão.

Sobre Silvan Magalhães (1126 artigos)
Francisco Silvan Magalhães Moreira, 52 anos, natural de Pedra Branca - Ceará, formado em Administração de Empresas e Pós-Graduado em Perícia e Auditoria Ambiental.

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