JUSTIÇA

A PERSEGUIÇÃO CONTRA BENJAMIN

Ontem, Gilmar Mendes. Hoje, Admar Gonzaga e Napoleão Nunes.

Herman Benjamin será ainda bastante contestado pelos pares.

Gilmar Mendes e Herman Benjamin trocam ironias, elogiando um ao outro.

Herman Benjamin:

“Aqui na Justiça Eleitoral não trabalhamos com olhos fechados.”

Nem com as orelhas.

Sim, Marcelo Odebrecht tinha de ser ouvido.

Gilmar Mendes provoca dizendo que Herman Benjamin deveria anexar ao processo as delações da JBS.

Não precisa: a Odebrecht já provou que a chapa foi eleita com dinheiro de propina.

Nesse ponto, a delação da JBS é redundante.

Gilmar não esconde mais a irritação com Herman Benjamin. Muita irritação.

Visivelmente impaciente e irritado, Gilmar Mendes interrompeu Herman Benjamin uma vez mais e, com ironia, disse que se o colega “insistir na perseguição da verdade real, deve parar a ação e incluir a delação da JBS e Palocci”.

Gilmar chegou a afirmar que os argumentos do relator são falaciosos.

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