POLÍTICA

REFORMA TRABALHISTA: AJUSTADA E ADIADA

Romero Jucá confirmou na Comissão de Assuntos Econômicos a promessa de Michel Temer de ajustar pontos polêmicos da reforma trabalhista por meio de vetos ou edição de Medidas Provisórias.

Os principais são:

– Restrição do trabalho da mulher gestante ou amamentando em local insalubre;

– Manutenção, para as mulheres, dos 15 minutos de intervalo entre a jornada normal e a hora extra;

– Manutenção de acordos que estabelecem descanso de 36 horas após jornada de 12 horas de trabalho;

– Disciplinamento da jornada intermitente de trabalho para o comércio e o setor de serviços.

O fim do imposto sindical obrigatório não seria vetado.

A sessão de hoje da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado caminha para o fim (sem agressões).

Lindbergh deixou o plenário comemorando o adiamento da votação para a semana que vem.

“Para a gente, foi ótimo. Não está fácil para eles.”

Quem liderou o acordo para adiar a votação, do lado da oposição, foi Paulo Paim.

Romero Jucá, claro, não reconheceu que o governo perdeu com o adiamento da votação da reforma trabalhista.

“Pelo contrário. Avançamos.”

Ele diz que a base tem votos para aprovar a proposta na próxima terça-feira e nega que o julgamento no TSE vá interferir na tramitação.

“Algum senador vai votar no TSE?”, ironizou. “As reformas agora não são do governo, são do Congresso”.

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