JOESLEY AFIRMA: “PALOCCI ERA O PROFESSOR. MANTEGA, O OPERADOR”.

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Em sua delação premiada, segundo O Globo, Joesley Batista também contou que Guido Mantega era o operador da propina para o PT, que também mantinha uma conta corrente no grupo JBS.

Mantega operava para o grupo no BNDES, e não Antonio Palocci. “Eram através de tratativas diretamente com Mantega que se negociavam os aportes ao grupo J&F. Os delatores ressaltam, no entanto, que Mantega não pegava o dinheiro para si próprio, mas sim para o partido.”

Joesley Batista, segundo O Globo, contou que contratou Antonio Palocci como consultor quando a JBS começou sua escalada. “Palocci atuava mais como uma espécie de professor de política” ao empresário.

Ele garantiu que Palocci nunca se meteu em seus pleitos no BNDES — a tarefa era de Mantega. Mas admitiu que o ex-ministro de Dilma e Lula pediu a ele doação de campanha, via caixa dois. E o dinheiro, claro, foi dado.

Segundo O Globo, Joesley Batista contou à PGR que não tinha intimidade com o ex-presidente. Mas narrou encontro em que reclamou com Lula sobre o risco do crescente volume de doações, que ultrapassou R$ 360 milhões em 2014. Segundo ele, o ex-presidente nada falou.

Está claríssimo, agora, que Joesley Batista já havia feito um acordo de delação com a PGR.

Todos os movimentos jurídicos foram feitos no sentido de despistar a canalha.

A delação premiada é, hoje, o pilar mais sólido da manutenção do Estado de Direito no Brasil.

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